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IEEE 802
- Por Cristian Carbello
- Publicado 11/06/2009
- Tecnologia
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Avaliação:




Cristian Carbello
Cristian é o responsável técnico por todo departamento de TI da BS2.
Visualizar todos artigos de Cristian CarbelloA IEEE 802 é uma norma que tem como objetivo definir uma
padronização para redes locais e metropolitanas das camadas 1 e 2 (Física e
Enlace) do modelo OSI para padrão de redes.
* 802.2 - LLC
(Logical Link Control).
* 802.3 - Ethernet
e especifíca a sintaxe e a semântica MAC (Medium Access Control).
* 802.4 - Token Bus.
* 802.5 - Token Ring.
* 802.6 - Redes Metropolitanas.
* 802.7 - MANs de Banda Larga.
* 802.8 - Fibra
Óptica.
* 802.9 -
Integração de Redes Locais.
* 802.10 -
Segurança em Redes Locais.
* 802.11 - Lans sem fios.
* 802.15 - Wireless Personal Area Network
(Bluetooth).
* 802.16 - Broadband Wireless
Access(Wimax).
* 802.20 - Mobile Wireless
Access(Mobile-fi).
Meios Físicos
* 10BASE-5 - Cabo
coaxial grosso de 75 Ohms a 10Mbps. Limites: 100 nós por segmento, 5 segmentos
de 500m (Total 2500m), distância mínima de 2,5m entre transceptores.
* 10BASE-F - Fibra
ótica a 10Mbps
* 10BASE-T - Par
trançado de 100 Ohms a 10Mbps. Limites: 1000 nós por segmento, 4 Hubs.
distância máxima de 100m entre Hub e Estação.
* 100BASE-T - Par trançado/Fibra ótica a
100Mbps
Padrão Ethernet 802.3
| Padrão Ethernet | Data | Descrição |
|---|---|---|
|
Ethernet Experimental |
1972 | 2.94 Mbit/s (367 kB/s) usando cabo coaxial (coax) Cabo de barramento |
|
Ethernet II (DIX v2.0) |
1982 | 10 Mbit/s (1.25 MB/s) Cabo coaxial fino (thinnet) - Quadros possuem tipos de campos (Type field). O formato desse quadro é usado em todos protocolos Ethernet pelos protocolos TCP/IP. |
| IEEE 802.3 | 1983 | 10BASE5 10 Mbit/s (1.25 MB/s) Coaxial grosso pelo padrão 802.2 o cabeçalho LLC segue o cabeçalho do 802.3 |
| 802.3a | 1985 | 10BASE2 10 Mbit/s (1.25 MB/s) Coaxial fino (thinnet ou cheapernet) |
| 802.3b | 1985 | 10BROAD36 |
| 802.3c | 1985 | 10 Mbit/s (1.25 MB/s) Especificações de um repetidor |
| 802.3d | 1987 | FOIRL (Link de fibra ótica entre repetidores) |
| 802.3e | 1987 | 1BASE5 ou StarLAN |
| 802.3i | 1990 | 10BASE-T 10 Mbit/s (1.25 MB/s) usando Cabo de par trançado |
| 802.3j | 1993 | 10BASE-F 10 Mbit/s (1.25 MB/s) com Fibra ótica |
| 802.3u | 1995 | 100BASE-TX, 100BASE-T4, 100BASE-FX Fast Ethernet com 100 Mbit/s (12.5 MB/s) com negociação automática |
| 802.3x | 1997 | Full Duplex e controle de fluxo; também incorporada quadros DIX, portanto não possue uma quebra com o DIX/802.3 |
| 802.3y | 1998 | 100BASE-T2 100 Mbit/s (12.5 MB/s) usando cabo par trançado de baixo custo |
| 802.3z | 1998 | 1000BASE-X Gbit/s Ethernet usando Fibra ótica a 1 Gbit/s (125 MB/s) |
| 802.3-1998 | 1998 | Uma revisão de padrões básicos com incorporações e erratas. |
| 802.3ab | 1999 | 1000BASE-T Gbit/s Ethernet sobre cabo par trançado a 1 Gbit/s (125 MB/s) |
| 802.3ac | 1998 | Tamanho máximo do quadro 1522 bytes (para permitir "Q-tag"). O Q-tag é visto na norma 802.1Q VLAN e 802.1p priorização de informações. |
| 802.3ad | 2000 | Agregação de links (bonding) |
| 802.3-2002 | 2002 | Uma revisão de padrões básicos com incorporações e erratas. |
| 802.3ae | 2003 | 10 Gbit/s (1,250 MB/s) Ethernet usando Fibra ótica; 10GBASE-SR, 10GBASE-LR, 10GBASE-ER, 10GBASE-SW, 10GBASE-LW, 10GBASE-EW |
| 802.3af | 2003 | PoE (Power over Ethernet) um formato para enviar dados junto com energia elétrica AC. |
| 802.3ah | 2004 | Para acesso a redes em uma rede MAN |
| 802.3ak | 2004 | 10GBASE-CX4 10 Gbit/s (1,250 MB/s) Ethernet sobre cabo de cobre a baixo custo |
| 802.3-2005 | 2005 | Revisão da estrutura básica incorporando 4 padrões e errata. |
| 802.3an | 2006 | 10GBASE-T 10 Gbit/s (1,250 MB/s) Ethernet usando unshielded twisted pair(UTP) |
| 802.3ap | 2007 | Backplane Ethernet (1 and 10 Gbit/s (125 and 1,250 MB/s) usando placa de circuito impresso) |
| 802.3aq | 2006 | 10GBASE-LRM 10 Gbit/s (1,250 MB/s) Ethernet usando Fibra multimodo |
| 802.3ar | Em estudo | Gerencia de congestionamento |
| 802.3as | 2006 | Expansão de quadro |
| 802.3at | exp. 2008 | Melhoras usando Ethernet na rede elétrica |
| 802.3au | 2006 | Isolamento necessário para Ethernet na rede elétrica (802.3-2005/Cor 1) |
| 802.3av | exp. 2009 | 10 Gbit/s EPON usando fibra ótica |
| 802.3aw | 2007 | Correção de equação na publicação 10GBASE-T (lançada como 802.3-2005/Cor 2) |
| 802.3ax | exp 2008 | Retirada do Link aggregation do 802.3 para IEEE 802.1 |
| 802.3ay | exp 2008 | Manutenção do padrão básico |
| 802.3ba | exp. 2009 | Grupo de Estudo para redes de alta velocidade. 40 Gbit/s sobre 1m backplane, 10m cabo Cu (4x25 Gbit ou 10x10 Gbit) e 100 m de fibra ótica multimodo e até 100 Gbit/s para 10 m ou cabo Cu, 100 m de fibra ótica multimodo ou para 40 km de fibra ótica monomodo respectivamente. |
“O 802.11n não será popularizado com a rapidez que os fabricantes imaginavam”, aponta uma previsão da norte americana ABI Research.
Para quem não conhece, 802.11n, popularmente conhecido por High Throughput Wi-Fi ou Wi-Fi Turbinado, promete maravilhas. Por exemplo: taxas de transferências de dados superiores ao standard IEEE 802.11g e também melhor cobertura de sinal em relação a este padrão - amplamente difundido pelo mundo. Promete? Como assim? O 802.11n ainda está em fase de rascunho, ou seja, ainda não é um standard (padrão). O que existe no mercado hoje são equipamentos 802.11n draft cuja tradução significa “desenho”. Aparelhos pré-N, como são conhecidos.
Voltando…
A ABI Research afirma que o padrão 802.11n vai ficar no forno por mais algum tempo. “Ainda existe uma enorme lacuna entre o draft e o standard”, complementam.
Então, resta-nos esperar? Não exatamente, pois conforme citado acima a ABI fez uma previsão. Eles podem “cair do cavalo”.
Em julho de 1996 foi criada a IEEE 802.3z task force com o objetivo de desenvolver o padrão Gigabit Ethernet. O padrão deveria possuir as seguintes características:
. Utilização do frame Ethernet (IEEE 802.3);
. Compatibilidade total com o Ethernet a partir da camada LLC para cima
(IEEE 802.2 LLC);
. Utilização de CSMA/CD como método de acesso;
. Compatibilidade com os padrões 10BaseT e 100BaseT;
. Operação em half-duplex e full-duplex a velocidade de 1000Mbps.
A solução adotada foi fundir as tecnologias Ethernet IEEE 802.3 e Fibre Channel ANSI X3T11, como mostrado na figura 1.
Figura 1
Fusão do Fibre Channel com o Ethernet
Desta maneira o novo padrão poderia se utilizar da intreface de
alta velocidade do Fibre Channel, já existente, e manter o formato
do frame Ethernet IEEE 802.3, operando em full-duplex ou half-duplex com
o CSMA/CD. Vale observar que todo o cabeamento já instalado para
uso com o Fibre Channel seria compatível com o padrão e,
do mesmo modo, compenentes óticos e codificadores/decodificadores
8B/10B poderiam ser utilizados por ambos os padrões. Com isso temos
redução de custos, devido a produção em larga
escala, e redução no tempo de desenvolvimento dos produtos
Gigabit Ethernet.
O modelo da arquitetura obtida para o Gigabit Ethernet é mostrado
na figura 2.
Figura 2
Arquitetura do Gigabit Ethernet
A sub-camada PMD (Physical Medium Dependent) é responsável
pela recepção e transmissão, a sub-camada PMA (Physical
Media Attachment) por serializar e deserializar os dados e a PCS pela codificação
e decodificação dos mesmos. O esquema de codificação
adotado pelo Gigabit Ethernet é o 8B/10B, também utilizado
pelo Fibre Channel, com a diferença de que este utiliza uma sinalização
de 1,062 Gbaud enquanto que a sinalização Gigabit Ethernet
ocorre a 1,25 Gbaud. A codificação 8B/10B é feita
através do mapeamento de símbolos de 8 bits para símbolos
de 10 bits e na decodificação vice-versa. O 8B/10B é
semelhante ao 4B/5B, utilizado pelo FDDI, que foi rejeitado devido à
sua falta de equilíbrio DC. Isto torna o aquecimento do laser de
transmissão dependente do dados transmitidos, isto é, caso
sejam enviados mais 1s do que 0s. Tal fato poderia acarretar em maiores
taxas de erros.
O padrão IEEE 802.3z também especificou suporte a cabos de
cobre como meio de transmissão. Para pequenas distâncias um
cabo de cobre balanceado e blindado seria usado e para distâncias
maiores 4 pares trançados não blindados de categoria 5. Esta
última opção resultou na criação de
um novo padrão, o IEEE 802.3ab, devido a necessidade de utilização
de tecnologias de processamento digital de sinais.
O Gigabit Ethernet então foi divido nos padrões 1000BaseX,
já padronizado pelo IEEE (802.3z), e 1000BaseT, que deve se tornar
padrão em 1999 (802.3ab).
O padrão 1000BaseX, por sua vez, foi subdividido em 1000BaseLX,
1000BaseSX e 1000BaseCX. O 1000BaseLX utiliza fibras óticas multi-modo
e mono-modo com lasers de comprimento de onda longo. O 1000BaseSX utiliza
somente fibras óticas multi-modo com lasers de comprimento de onda
curto. E o 1000BaseCX utiliza um tipo específico de cabo de cobre.
Já o 1000BaseT foi criado com o objetivo de reutilizar instalações
de cabeamento estruturado de categoria 5, de acordo com o padrão
ANSI/TIA/EIA-568-A.
Na figura 3 temos um diagrama com os padrões do Gigabit Ethernet.
Figura 3
Padrões Gigabit
Ethernet
A GMII (Gigabit Media Independent Interface ou Interface Gigabit Independente
do Meio), foi concebida para facilitar a configuração de
equipamentos, que poderia ser feita porta por porta, cada uma atendendo
a um padrão diferente, de forma a tornar a rede mais flexível.
Contudo, seu uso nos equipamentos não foi estabelecido como obrigatório.
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1 Resposta para "IEEE 802" 
|
disse em 14 Feb 2011 12:00:43 AM BRST
comecei no curso tecnico de eletrônica e esse seu artigo vai me ajudar a fazer minha pesquisa sobre padrões ieee 802
obrigada |

Autor)